Tríptico da Matriz da Ribeira Brava

Tríptico da Matriz da Ribeira Brava

1510 - 1515 - Triptych

O Tríptico da Matriz da Ribeira Brava foi presumivelmente um conjunto de três pinturas a óleo sobre madeira de que restam duas pinturas, que se supõe serem o painel central e o painel esquerdo, pintadas cerca de 1510-15 também presumivelmente pelo artista flamengo que se designa por Mestre do Tríptico de Morrison para a Igreja Matriz da Ribeira Brava (Madeira), encontrando-se no presente as duas pinturas remanescentes expostas no Museu de Arte Sacra do Funchal.As duas pinturas remanescentes do Tríptico da Matriz da Ribeira Brava são a Natividade, que se julga ser o painel central, e a Adoração dos Reis Magos, que seria o painel direito. Este painel direito encontra-se pintado no reverso estando representada Santa Isabel que em conjugação com o reverso do perdido painel esquerdo representaria a Visitação.

Supõe-se que o Tríptico da Matriz da Ribeira Brava tenha sido comprado por Diogo de Teive, que o terá deixado à capela que instituiu, em 1531, na Matriz da Ribeira Brava. Era sobrinho de outro Diogo de Teive a quem o Infante D. Henrique, em 1452, concedeu a construção do primeiro engenho de água para o fabrico de açúcar na Madeira.A crítica tem ligado o Tríptico da Matriz da Ribeira Brava ao estilo do pintor flamengo conhecido como Mestre do Tríptico de Morrison activo em Antuérpia nas primeiras décadas do século XVI. O estilo das obras atribuídas a este Mestre caracteriza-se por um conjunto de fórmulas em que se destacam os olhos amendoados, o tratamento das mãos, a força cromática das superfícies iluminadas ou a estrutura dos panejamentos.

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