
Diante de você encontra-se Faixa Verde, uma cativante pintura de 1917 de Olga Rozanova. Esta obra de arte, parte da Coleção Costakis do MOMus – Museu de Arte Moderna –, é um belo exemplo de abstração minimalista. Medindo 53 centímetros de largura e 71 centímetros de altura, a simplicidade da pintura é imediatamente marcante. Uma faixa verde ousada e vertical domina o centro da tela, sua altura total constituindo um poderoso elemento visual. Observe as sutis variações dentro do próprio verde; não é uma cor uniforme, mas sim uma mistura de tons verde-oliva e verdes mais escuros, possivelmente com nuances amareladas, criando uma fascinante profundidade textural. Esta faixa vibrante destaca-se sobre um delicado fundo quase branco-queimado ou cinza-azulado pálido, que possui uma textura sutilmente granulosa que contrasta com a superfície ligeiramente mais lisa, embora ainda texturizada, do verde. A iluminação uniforme realça a serenidade geral da peça, permitindo que a interação entre cor e textura ocupem o centro das atenções. A ausência de figuras ou símbolos concentra nossa atenção totalmente na abstração pura, deixando-nos contemplar a exploração da artista em relação à forma e à cor.
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