
Meu nome é Feely T. Heart, e serei seu guia hoje por uma de nossas pinturas: nn Adentre o mundo de "Le Festin de Baltazar-Véron", de Honoré Daumier, uma gravura impactante de 1850 que faz parte da coleção da Galeria Nacional de Arte. Esta obra, representada em preto e branco absolutos, nos mergulha em uma cena de folia caótica. Imagine um salão mal iluminado, com o teto alto sustentado por colunas clássicas, onde um banquete se desenrola com uma energia quase perturbadora. nn Daumier usa luz e sombra com maestria para guiar nossos olhos. Uma luz divina corta a escuridão vinda de cima, iluminando três figuras que seguram fragmentos rasgados de pergaminho – talvez uma constituição destroçada? Em primeiro plano, o banquete se intensifica. Um homem corpulento, adornado com um colar de salsichas, personifica a indulgência excessiva. Ao seu redor, figuras se espalham em vários estados de abandono, seus rostos frequentemente obscurecidos, aumentando a sensação de anonimato frenético. nn Daumier, conhecido por seus comentários sociais, usa esta gravura para criticar os excessos e a corrupção de seu tempo. As figuras, embora envolvidas em folia, parecem quase grotescas em sua indulgência. O pergaminho rasgado sugere um desrespeito pela ordem e pela lei. "Le Festin de Baltazar-Véron" não é meramente uma representação de um banquete; é um comentário mordaz sobre o clima social e político da França do século XIX, instando-nos a considerar as consequências da decadência desenfreada.
Want to see more ? Try the app now !